sexta-feira, 16 de abril de 2010

domingo, 11 de abril de 2010

Mil beijinhos e felicidades!

"Os dados do organismo de estatística europeu (Eurostat) revelam que 2,5 em cada mil habitantes procura melhores condições de vida no estrangeiro.
A explosão da emigração, na ordem dos 111%, indicada pelo Eurostat, expressa a mesma tendência de crescimento dos dados de um outro organismo internacional, a Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE). O relatório ‘Perspectivas sobre a Emigração’, publicado em 2008, indica um reforço da emigração portuguesa em cinco países da Europa (Espanha, Suíça, Luxemburgo, Holanda e Bélgica). A crise económica dita que os que saem escolhem países com um crescimento superior ao de Portugal e com escassez de mão-de-obra com alguma qualificação. " in Correio da Manhã

É com tristeza e pesar que vemos partir, pelas mesmas razões, uma família que acompanhamos há mais de um ano.

Desejamos as melhores felicidades.

Mil beijinhos, B.

terça-feira, 30 de março de 2010

Feliz Páscoa


Páscoa,
Tempo de Flores,
Amêndoas, muitas amêndoas,
Brancas, lisas e de cores!!!


Feliz Páscoa!!!!

Expo Criança em Santarém


segunda-feira, 29 de março de 2010

Abertas inscrições para 2010/2011

Informamos que, a partir do próximo dia 1 de Abril de 2010 e até 30 do mesmo mês, vão estar abertas as inscrições para o ano lectivo de 2010/2011.
Informamos que o número de vagas é limitado:
-Berçário 2 vagas;
-Creche 4 vagas;
-Jardim de Infância 4 vagas.
As inscrições serão efectuadas nas nossas instalações.
Visite-nos!!

segunda-feira, 15 de março de 2010

Doença das mãos, pés e boca.

Infecção viral da pele e da mucosa oral, caracterizada por erupções na boca, mãos e pés.O primeiro caso foi descrito em 1957. Pode ser causado pelo coxsackievirus e menos frequentemente pelos enterovírus (os vírus que causam diarreia). É uma infecção muito comum.
INCIDÊNCIA: Comum.
IDADE:Usualmente em crianças com menos de 5 anos de idade. Nas crianças em fase escolar ocorre com menos frequência e raramente ocorre em adultos.
TRANSMISSÃO:De criança para criança. Usualmente o período de incubação é de 4 a 6 dias.
QUADRO CLÍNICO:Febre de intensidade variável. Alguns casos podem ocorrer sem febre. Habitualmente a criança apresenta estomatite (aftas) e gânglios aumentados no pescoço. Surgem a seguir, em pés e mãos, lesões vesiculosas (como pequenas bolhas) branco-acizentadas com base avermelhada, sem prurido e não dolorosas. Regridem espontaneamente numa semana.É uma doença benigna.
DIAGNÓSTICO:O quadro clínico é bem característico e geralmente são dispensados exames complementares.
TRATAMENTO:O tratamento inclui medidas que se orientam para a diminuição dos sintomas físicos: creme para aplicação local, anti-histamínico, alimentação leve e boa ingestão de líquidos. A febre deve ser controlada com o antipirético prescrito pelo pediatra. Além disso a mãe precisa de saber que a ida frequente ao centro de saúde não vai alterar a evolução natural da doença, pois a virose tem regressão espontânea.

segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010

Carnaval


O Carnaval de antigamente


Em Portugal os costumes eram muito violentos. O Carnaval era descrito na enciclopédia de um modo bastante claro:

"Pelas ruas generalizava-se uma verdadeira luta em que as armas eram os ovos de gema, ou as suas cascas contendo farinha ou gesso, cartuchos de pós de goma, cabaças de cera com água de cheiro, tremoços, tubos de vidro ou de cartão para soprar com violência, milho e feijão que se despejavam aos alqueires sobre as cabeças dos transeuntes.Havia ainda as luvas com areia destinadas a cair de chofre sobre os chapéus altos ou de coco dos passantes pouco previdentes e até se jogava entrudo com laranjas, tangerinas e mesmo com pastéis de nata ou outros bolos.

Em vários bairros atiravam-se à rua, ou de janela para janela, púcaros e tachos de barro e alguidares já em desuso. Também se usaram nos velhos entrudos portugueses a vassourada e as bordoadas com colheres de pau etc.."



O Carnaval de antigamente não era como hoje um desfile de corsos e meninas a dançar com pouca roupa, como no Carnaval brasileiro. (Não nos podemos esquecer que na altura do Carnaval, no Brasil é Verão, mas cá não, brrrr...)

As pessoas mascaravam-se, pregavam partidas, gozavam com as outras pessoas pois estando disfarçadas podiam fazê-lo sem serem reconhecidas.


O Carnaval de cada terra tinha o seu rei, o Rei Momo, que também tem uma rainha. A corte tem vários ministros (a fingirem ques estão sempre bêbedos) e imensas "matrafonas", que são homens vestidos de forma ridícula ou de mulher.


Normalmente há zés-pereiras que acompanham e animam o desfile, a tocar bombo, ou "tropas fandangas" também a tocar e a fazer disparates. Também aparecem gigantones e outros disfarces.


Hoje em dia Portugal ainda há Carnavais com muita força e tradição: Ovar, Torres Vedras, Alcobaça, Loulé... E muitos mais, pois por todo o lado se brinca e se organizam festejos e bailes de Carnaval.

quarta-feira, 6 de janeiro de 2010

Os Três Reis Magos


Os Reis Magos são personagens que vieram do Oriente, guiados por uma estrela, para adorar o Deus Menino, em Belém (Mateus 2, 1-12).
Ignora-se a providência dos Reis Magos, este episódio foi apenas relatado no Evangelho de S. Mateus e, mesmo assim, de forma muito resumida e vaga. Só com o passar do tempo, se foram acrescentando detalhes, para se sanarem as lacunas deixadas no Evangelho em relação a esta história.
A designação “Mago” era dada, entre os Orientais, à classe dos sábios ou eruditos, contudo esta palavra também era usada para designar os astrólogos. Isto fez com que, inicialmente, se pensasse que estes magos eram sábios astrólogos, membros da classe sacerdotal de alguns povos orientais, como os caldeus, os persas e os medos.
Posteriormente, a Igreja atribuiu-lhes o apelido de “Reis”, em virtude da aplicação liberal que se lhes fez do Salmo 71,10.
Quanto ao número e nomes dos Reis Magos são tudo suposições sem base histórica, aliás algumas pinturas dos primeiros séculos mostram 2, 4 e até mesmo 12 Reis Magos adorando Jesus. Foi uma tradição posterior aos Evangelhos que lhes deu o nome de Baltasar, Gaspar e Belchior (ou Melchior), tendo-se também atribuído a cada um características próprias.

Belchior (ou Melchior) seria o representante da raça branca (europeia) e descenderia de Jafé;

Gaspar representaria a raça amarela (asiática) e seria descendente de Sem;

por fim, Baltasar representaria todos os de raça negra (africana) e descenderia de Cam. Estavam assim representadas todas as raças bíblicas (e as únicas conhecidas na altura: os semitas, os jafetitas e camitas. Pode então dizer-se que a adoração dos Reis Magos ao Menino Jesus simboliza a homenagem de todos os homens na Terra ao Rei dos reis, mesmo os representantes do tronos, senhores da Terra, curvam-se perante Cristo, reconhecendo assim a sua divina realeza.
Esta ideia só surgiu no século XVI, assim só a partir deste século é que se começou a considerar que Baltasar era negro, de forma a que se pudesse abranger todas as raças.

Nota: Jafé, Sem e Cam são os 3 filhos de Noé, que segundo o Antigo testamento representavam as 3 partes de mundo e as 3 raças que o povoavam naquele tempo.

Para além desta simbologia, pela cultura cristã, os Reis Magos simbolizam que os que os poderosos e abastados devem curvar-se perante os humildes, despojando-se dos seus bens e colocando-os aos pés dos demais seres humanos, ou seja, devem partilhar a sua fortuna com os mais pobres.

Também em relação às idades dos Reis Magos tudo são suposições sem nenhuma base histórica. Só no século XV, se fixou que Belchior teria 60 anos, Gaspar estaria com 40 anos e Baltasar 20 anos.

Tem de se ter em atenção que as características físicas e as idades dos Reis Magos variam consoante o autor.
O dia de Reis celebra-se a 6 de Janeiro, partindo-se do princípio que foi neste dia que os Reis Magos chegaram finalmente junto ao Menino Jesus. Em alguns países é no dia 6 de Janeiro que se entregam os presentes.

Ao chegarem ao seu destino, os Reis Magos deram como presentes ao Menino Jesus:
Ouro (oferecido por Belchior): este representa a Sua nobreza;
Incenso (oferecido por Gaspar): representa a divindade de Jesus;
Mirra (oferecido por Baltasar): a mirra é uma erva amarga e simbolizava o sofrimento que Cristo enfrentaria na Terra, enquanto salvador da Humanidade, também simbolizava Jesus enquanto homem.
Assim, os Reis Magos homenagearam Jesus como rei (ouro), como deus (incenso) e como homem (mirra).
Coloca-se a questão de saber como é que os Reis Magos associaram o aparecimento da Estrela com o nascimento de Jesus. A verdade é que existem várias teorias, mas não há como saber qual delas é a correcta. Uma dessas teorias considera que os Reis Magos descobriram a relação entre o novo astro e o nascimento de Cristo.

quarta-feira, 30 de dezembro de 2009

Desejamos...

"Os Pingentos" deseja a todos os visitantes e amigos um:

quinta-feira, 17 de dezembro de 2009

O Pai Natal existe?


"Mamã, quem é o Pai Natal?". Esta é uma pergunta que todas as crianças, mais tarde ou mais cedo, acabam por fazer. Não as desiludam...
O Natal é, antes de mais, uma festa religiosa. Se a família for crente, explicar à criança o que é o Natal não levantará quaisquer dificuldades. Se, pelo contrário, não forem crentes, procurem explicar por palavras vossas. Ao escutar, o filho aperceber-se-á de que o Natal é uma das mais belas histórias da Humanidade, uma história que marcou o Mundo.
Mas a questão que colocamos a nós mesmos, todos os anos, é a seguinte: devem ou não contar-se histórias sobre o Pai Natal? As opiniões são diversas e claro que cabe sempre aos pais decidir, de acordo com as respectivas convicções e tradições familiares. Tudo o que podemos sugerir é que, se o seu filho chegar da escola a dizer: "é o Pai Natal que traz os brinquedos", não lhe diga bruscamente "não, ele não existe!" Pouco a pouco o seu filho aperceber-se-á disso por si mesmo.
Alguns psicanalistas pensam que é importante para a nossa sociedade que o Natal seja assim representado por esse "símbolo" de generosidade e apaziguamento que é o Pai Natal.
Texto retirado da revista "Bebé d'Hoje".
Feliz Natal para todos.