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quinta-feira, 17 de dezembro de 2009

O Pai Natal existe?


"Mamã, quem é o Pai Natal?". Esta é uma pergunta que todas as crianças, mais tarde ou mais cedo, acabam por fazer. Não as desiludam...
O Natal é, antes de mais, uma festa religiosa. Se a família for crente, explicar à criança o que é o Natal não levantará quaisquer dificuldades. Se, pelo contrário, não forem crentes, procurem explicar por palavras vossas. Ao escutar, o filho aperceber-se-á de que o Natal é uma das mais belas histórias da Humanidade, uma história que marcou o Mundo.
Mas a questão que colocamos a nós mesmos, todos os anos, é a seguinte: devem ou não contar-se histórias sobre o Pai Natal? As opiniões são diversas e claro que cabe sempre aos pais decidir, de acordo com as respectivas convicções e tradições familiares. Tudo o que podemos sugerir é que, se o seu filho chegar da escola a dizer: "é o Pai Natal que traz os brinquedos", não lhe diga bruscamente "não, ele não existe!" Pouco a pouco o seu filho aperceber-se-á disso por si mesmo.
Alguns psicanalistas pensam que é importante para a nossa sociedade que o Natal seja assim representado por esse "símbolo" de generosidade e apaziguamento que é o Pai Natal.
Texto retirado da revista "Bebé d'Hoje".
Feliz Natal para todos.

sábado, 2 de maio de 2009

Esteve mesmo calor!! Então, no exterior, à sombra de uma árvore, deitadinhos numa manta a relaxar, surgiu uma ideia! E SE CONSTRUÍSSEMOS UMA HISTÓRIA?? Uma história só nossa... hummm Que boa ideia!! E aqui está o resultado final:


A AVENTURA DOS PORQUINHOS


Era uma vez... seis porcos que andavam na lama.

Eles viviam numa terra que se chamava Líquida.

Quando acordavam iam dar uma voltinha à procura de caracóis.

Depois, à hora de almoço, iam comer fruta.

Os porcos, todos os dias, dormiam à tarde nas suas camas sujas.

Depois iam brincar na água com os outros animais do bosque.

Eles gostavam muito de jogar ao dominó e quando os amigos os visitavam também brincavam à apanhada.

Depois eles tomavam banho, jantavam e lavavam as mãos e os dentes.

A seguir ao jantar, os porcos viam sempre um filme.

Quando ficavam com sono diziam boa noite e iam para a cama.

Mas um dia, quando se foram deitar não conseguiam dormir. Ouviram um barulho!!

Ficaram com muito medo porque não sabiam quem era.

O mais velho foi ver o que se passava, enquanto os outros ficaram na cozinha com medo, debaixo da mesa.

O porquinho Nuno (mais velho) era corajoso e viu o Lobo Mau a gritar: "Eu vou-vos comer!!" Ele correu a contar aos irmãos e fugiram todos para pedir ajuda ao Touro.

O Touro deu com os chifres no Lobo que fugiu e nunca mais voltou.

Os porquinhos ofereceram um jantar para agradecer ao Touro.


Vitória, vitória, acabou a história!!


E sabem?!? Gostámos tanto que agora queremos sempre ouvir a nossa história!! E um dia destes voltamos a inventar outra!!

Esperamos que tenham gostado.

terça-feira, 2 de dezembro de 2008

-Aquisição e desenvolvimento da linguagem

«O ser humano é espécie animal que mais necessita, para a sua sobrevivência, de comunicar e cooperar com os outros membros da sua espécie.»
A linguagem, apesar de termos a capacidade para a adquirir, é a única capacidade que depende dos estímulos da sociedade para a "acordar". «Os primeiros anos de vida infantil são muito importantes para a criança apreender a andar, a falar a relacionar-se com os outros.»

A primeira comunicação que o bebé produz, é não verbal ou pré verbal. Esta fase não verbal, pode ser dividida em três momentos: o choro, a palração e a lalação. O choro, durante os primeiros meses de vida é indiferenciado, ou seja o choro do bebé é instintivo e involuntário. Por volta do segundo mês de vida o choro vai ficando mais energético à medida que se vão intensificando as necessidades do bebé. A mãe é capaz de diferenciar três tipos de choro: o choro de fome, o choro de dor e o choro de prazer. Entre os dois/três meses a bebé inicia a palração, ou seja a produção contínua de sons vocálicos.
Ao mesmo tempo que se desenvolve a linguagem verbal, desenvolve-se também a linguagem por gestos, que tem por objectivo acompanhar, apoiar e tornar mais compreensível as insuficiências do discurso verbal da criança. O meio assume um papel bastante importante durante todo este processo de aquisição e desenvolvimento da linguagem, pois a criança vai progressivamente desenvolver todo o processo de aquisição da linguagem em contacto com o meio. A riqueza da linguagem do meio familiar está estreitamente relacionada com o meio familiar. A entrada precoce na creche e no jardim-de-infância favorece o desenvolvimento da linguagem. Num ambiente estimulante e facilitador a complexidade da linguagem da criança fluíra naturalmente e a um ritmo próprio.